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O tímido lamento de Regina Duarte com condenação de Bolsonaro

Secretária de Cultura do ex-presidente, atriz compartilhou vídeo ironizando os crimes cometidos por ele

Por Kelly Miyashiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 set 2025, 15h44 • Atualizado em 12 set 2025, 15h56
  • Secretária de Cultura do governo de Jair Bolsonaro por três meses e apoiadora do político, Regina Duarte lamentou, timidamente, a condenação do ex-presidente por tentativa de golpe de estado na última quinta-feira, 11 de setembro. Nesta sexta, 12, a atriz compartilhou um Story no Instagram com um vídeo que listava as boas ações do político durante seu mandato entre 2018 e 2022, ironizando os “crimes de Bolsonaro”.

    No vídeo intitulado “Retrospectiva dos crimes de um presidente”, são citadas ações do governo, como quando Bolsonaro, sancionou a lei que garante o pagamento de pensão mensal vitalícia, no valor de um salário mínimo, a crianças com microcefalia em 2020, e o reajuste de 33% do piso salarial de professores em 2022 — sem mencionar que não houve reajuste em 2021.

    Em uma entrevista a VEJA recentemente, Regina Duarte afirmou que achava toda prisão “lamentável”, em um momento em que Bolsonaro havia acabado de ter sua prisão domiciliar decretada. “Tenho uma força interior que me leva a me manifestar a respeito de uma coisa ou outra. Além de artista, também sou cidadã. Amo meu país, quero o melhor para ele e para o povo brasileiro. Então, às vezes sinto um impulso de me manifestar sobre alguns temas, mas isso não é uma necessidade constante, nem gostaria que as pessoas esperem de mim atuações nessa área. Para mim, qualquer prisão é lamentável. Então, a do Bolsonaro também é.”, declarou a atriz.

    Post de Regina Duarte sobre condenação de Jair Bolsonaro
    Post de Regina Duarte sobre condenação de Jair Bolsonaro (Reprodução/Instagram)

    Condenação de Bolsonaro

    Na noite de quinta-feira, 11, em um julgamento histórico que condenou um ex-presidente da República e militares de alta patente por atentarem contra o Estado Democrático de Direito, Jair Bolsonaro e mais sete aliados foram sujeitos a penas que beiram os trinta anos de prisão. Apontado como líder da organização golpista, o ex-presidente foi quem ficou com a maior pena — 27 anos e três meses atrás das grades. Porém, apesar da condenação dura, o começo do cumprimento não é imediato, nem para ele, nem para os outros réus.

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    Primeiro, para que as penas comecem a ser cumpridas é necessário que haja o trânsito em julgado (expressão jurídica para quando se esgotam todos os recursos possíveis). No caso da decisão da Primeira Turma, as defesas podem apostar em algumas modalidades de embargos, para questionar possíveis contradições, erros materiais ou omissões dos votos, ou explorar divergências.

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