Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90
Imagem Blog

Tela Plana

Por Kelly Miyashiro Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Críticas e análises sobre o universo da televisão e das plataformas de streaming

As revelações mais bombásticas de Charlie Sheen em autobiografia

Com novo livro e documentário na Netflix, o astro de 60 anos reavalia sem pudor as décadas de vício e outros excessos que pautaram sua fama

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 set 2025, 15h28 •
  • Nesta terça-feira, 9 de setembro, o ator Charlie Sheen publicou nos Estados Unidos sua primeira autobiografia, The Book of Sheen (O Livro de Sheen, em tradução literal), após 60 anos intensamente vividos — para o bem e para o mal. Tendo sobrevivido a uma notória batalha contra o vício em álcool e crack e a múltiplas passagens por clínicas de reabilitação, o astro de Two and a Halth Man agora se abre sem pudores. No quarta-feira, 10, ele expande as confissões com um documentário da Netflix, Aka Charlie Sheen. Por hora, as revelações do livro já são escandalosas o suficiente.

    A perda da virgindade

    Sheen perdeu a virgindade durante o segundo ano do Ensino Médio, quando viajou para Las Vegas com o pai (o também ator Martin Sheen) e um amigo de escola. Certa noite, ele surrupiou o cartão do pai e saiu em busca de garotas de programa. A escolhida, segundo ele, se parecia com Ann Margret e a relação foi “mais curta do que passar o cartão na maquininha”.

    Gênese do tabagismo

    Segundo Sheen, a culpa de um de seus primeiros vícios — por cigarro — é de Johnny Depp, que o convenceu a fumar durante os bastidores de Platoon (1986). “Ele já tinha conseguido converter três não fumantes em cada um dos três filmes que havia feito antes”, conta. O autor só conseguiu largar o hábito em 2019, quando já havia fumado “mais de 40 quilômetros” em cigarros. Se precisar de um transplante de pulmão, diz que enviará a conta para Depp.

    A primeira experiência com crack

    Em 1992, Sheen entrou em contato com uma das substâncias mais destrutivas que já consumiu. O crack foi apresentado a ele por uma namorada que chama apenas de “Sandy”. Segundo ele, a mulher e a droga foram responsáveis por reconfigurar seu córtex frontal na “velocidade da luz multiplicada por dois”. O relato do ator narra que os dois haviam se separado, mas que, certa noite, Sandy o ligou em busca de socorro. Ele a atendeu e a trouxe para casa. Lá, na cama, ela o passou o cachimbo.

    A quase morte

    Seis anos depois de experimentar o crack, Sheen tentava ficar sóbrio novamente. Ele reuniu todas as drogas que tinha em casa e as separou para descarte, mas decidiu se entregar a uma saideira. Com cocaína e agulhas à disposição, ele dissolveu a substância e a injetou. Como a princípio não sentiu efeito algum, repetiu o ato. O resultado foi uma overdose quase fatal, que só não o tirou a vida devido ao socorro do guarda-costas Zip, que morava com ele. O funcionário acionou a emergência. O ator, porém, acusa os paramédicos de terem avisado a imprensa, que já estava no hospital antes mesmo da chegada da ambulância.

    Continua após a publicidade

    Acusação de violência doméstica

    Em 1997, Sheen foi processado por violência doméstica em ação de uma ex-namorada a quem se refere no livro pelo pseudônimo “Jane”. A justificativa do ator para a confusão é que a parceira havia insultado a filha de 13 anos, Cassandra Sheen, ao vê-la em uma foto. Insatisfeito com isso, ele ligou para um amigo e pediu que ele a tirasse de lá. Após xingá-la, Sheen teria sido respondido com agressões. “Tentei me defender, especialmente meus olhos, que ela queria esfaquear com chaves de carro”, alega. A mulher acabou com um rasgo no lábio que precisou de sete pontos.

    Apertem os cintos

    Das loucuras às quais Sheen se submeteu sob a influência, uma das mais chocantes talvez seja o fato de que pilotou um avião comercial bêbado, após engolir oito shots de uísque escocês. Era 2002 e ele voltava para casa após lua de mel na França com Denise Richards — atriz que teve duas filhas com ele antes do divórcio em 2006. Sheen foi convidado pela equipe a visitar a cabine do piloto em meio ao voo, recebeu uniforme para se fantasiar e pediu permissão para pilotar a nave. Os funcionários obedeceram e tiraram o avião do piloto automático. Por tempo indeterminado, os 200 tripulantes do voo da AirFrance ficaram à mercê de um ator alcoolizado. Sheen não especifica quanta turbulência causou, mas diz que sentiu como se a máquina estivesse “lendo” sua mente.

    O diagnóstico de HIV

    Após ser acometido por enxaquecas intensas e sentir como se suas veias estivessem em chamas, Sheen estava convencido de que um tumor cerebral era a causa de tudo. Após correr para a emergência, foi diagnosticado com HIV. Ele só revelou ser soropositivo ao público em 2015. Desde então, ele toma o medicamento apropriado para manter o vírus indetectável e também diz participar de estudos de um medicamento experimental chamado PRO-140.

    Continua após a publicidade

    Acompanhe notícias e dicas culturais nos blogs a seguir:

    • Tela Plana para novidades da TV e do streaming
    • O Som e a Fúria sobre artistas e lançamentos musicais
    • Em Cartaz traz dicas de filmes no cinema e no streaming
    • Livros para notícias sobre literatura e mercado editorial

     

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).