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Críticas e análises sobre o universo da televisão e das plataformas de streaming

A comemoração de Trump após suspensão do programa de Jimmy Kimmel

Além de celebrar cancelamento da atração por comentários sobre Charlie Kirk, presidente americano incentivou emissoras a demitirem outros opositores

Por Amanda Capuano Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 set 2025, 10h29 • Atualizado em 18 set 2025, 14h47
  • A emissora ABC tirou um dos programas mais populares da televisão americana do ar por tempo indeterminado depois que Jimmi Kimmel teceu comentários controversos sobre o assassino do ativista de extrema direita Charlie Kirk e críticas ao suposto uso político do crime. Depois da decisão polêmica, Donald Trump comemorou: “Ótimas notícias para a América: o programa de Jimmy Kimmel, que desafiava a audiência, foi cancelado. Parabéns à ABC por finalmente ter a coragem de fazer o que precisava ser feito”, escreveu o republicano em sua rede social.

    Depois de parabenizar a ação, Trump apontou ainda que Kimmel não tem “nenhum talento” e que sua audiência era “pior do que a de Colbert”, mencionando o apresentador do The Late Show, que caminha para sua última temporada em 2026. “Isso deixa Jimmy e Seth, dois completos perdedores, na Fake News NBC. A audiência deles também é horrível. Faça isso, NBC!!!”, completou o presidente americano, citando Jimmy Fallon e Seth Meyers, que também costumam tecer críticas a ele em seus programas — e estabelecendo um incentivo perigoso ao silenciamento de seus opositores na televisão americana.

    A ABC, da Disney, decidiu tirar seu principal programa noturno da programação “indefinidamente” depois de uma série de pressões. Um dos maiores conglomerados de emissora de TV nos Estados Unidos, a Nexstar Media havia prometido suspender a exibição do programa após “se opor fortemente” aos “comentários insensíveis” de Kimmel sobre Kirk. Antes disso, o presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC), Brendan Carr, também ameaçou tomar medidas contra a emissora, afirmando posteriormente que os canais “têm a obrigação de servir ao interesse público”.

    O que disse Jimmy Kimmel?

    Kimmel foi alvo de críticas de conservadores pelo monólogo desta segunda-feira: ao comentar sobre o suposto atirador de Kirk, Tyler Robinson, de 22 anos, o apresentador associou o acusado aos apoiadores de Trump. “A turma do MAGA está desesperada para caracterizar esse garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa que não seja um deles e fazendo de tudo para tirar proveito político disso”, disse, ele, completando que “entre uma acusação e outra, também houve luto.”

    Acusado de matar Kirk, Robinson foi detido em 12 de setembro em Utah, após uma caçada de 33 horas. Em uma coletiva de imprensa na última sexta-feira, o FBI se recusou a discutir o passado de Robinson, suas inclinações políticas ou um possível motivo, afirmando que a investigação estava em andamento. Moradores de Utah, os pais do acusado são registrados como Republicanos, enquanto ele aparece como apartidário.

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    Apesar disso, um familiar relatou à investigação que Robinson havia se tornado “mais político” nos últimos anos, e comentado sobre o evento de Kirk. O procurador Jeff Gray também afirmou que a mãe do acusado informou que ele teria “se inclinado mais para a esquerda”, “tornando-se mais pró-gays e direitos trans”. Ainda segundo a procuradoria, Robinson também teria dito estar “cansado do ódio de Kirk”.

     

     

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