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VEJA 4 – Os “hermanos” petralhas

O editor-executivo Marcio Aith foi à Argentina ver de perto como e por que o governo de Cristina Kirchner está se esfarelando. Abaixo, trechos da reportagem: (…)Cristina tomou posse em 10 de dezembro. Hoje, apenas cinco meses depois, seu governo está nas cordas, sem rumo e sem saída racional, sendo obrigado a recorrer a um […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 19h30 - Publicado em 17 Maio 2008, 07h07

O editor-executivo Marcio Aith foi à Argentina ver de perto como e por que o governo de Cristina Kirchner está se esfarelando. Abaixo, trechos da reportagem:

(…)
Cristina tomou posse em 10 de dezembro. Hoje, apenas cinco meses depois, seu governo está nas cordas, sem rumo e sem saída racional, sendo obrigado a recorrer a um exército de desempregados, subsidiados com dinheiro público, para insuflar o ódio, a maldade e o rancor que ela mesma definiu como forças destruidoras. Nos últimos dois meses, piqueteiros pagos pelo governo têm sido usados para dissolver, aos sopapos, manifestações de produtores rurais queixosos e da classe média urbana alarmada com a inflação. Enquanto isso, jovens peronistas liderados por Máximo Kirchner, o filho mais velho de Cristina e Néstor, espalham cartazes em Buenos Aires contra o maior grupo de comunicação do país, o Clarín, que edita o jornal de mesmo nome e é dono do canal de notícias TN (Todo Noticias). Os cartazes trazem mensagens como “Clarín mente”, “Clarín quer inflação” e “TN = tudo negócios”. O grupo de Máximo também assina e-mails contendo ameaças contra a diretora do grupo, Ernestina Herrera de Noble, e um de seus proprietários, Héctor Magnetto. Os e-mails trazem fotos do arquivo pessoal de Magnetto que, segundo um editorial publicado pelo jornal, foram obtidas por espionagem. Tradicional aliado do governo, tudo que o jornal Clarín fez para merecer a súbita ira oficial foi jornalismo puro e simples. Para a Casa Rosada isso é ofensa. O governo quer apenas elogios. Ponto.

A guinada autoritária de Cristina está diretamente associada à deterioração das condições econômicas do país. Falta gasolina em alguns postos, há cortes freqüentes de eletricidade e a inflação anual já passa de 25% (o índice oficial, de 9%, só não registra o fenômeno porque está sendo grosseiramente manipulado).
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