Uma lista unificada de mortos e desaparecidos já seria um bom começo
Estima-se, até agora, em 260 o número de desaparecidos na região serrana do Rio. Eles se somam aos 672 mortos. A barafunda no socorro é tal que não se conseguiu fazer até agora uma lista oficial nem de uns nem de outros. Não estou me referindo às chamadas “regiões isoladas” (?) de Nova Friburgo, Teresópolis […]
Estima-se, até agora, em 260 o número de desaparecidos na região serrana do Rio. Eles se somam aos 672 mortos. A barafunda no socorro é tal que não se conseguiu fazer até agora uma lista oficial nem de uns nem de outros. Não estou me referindo às chamadas “regiões isoladas” (?) de Nova Friburgo, Teresópolis ou Petrópolis. Não se fizeram listas unificadas nem mesmo nas áreas a que as equipes de socorro têm pleno acesso.
Hoje, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, garantiu que, ao fim de quatro anos, haverá um sistema de prevenção de catástrofes. Que bom! Por enquanto, bastaria que o governo federal conseguisse organizar o socorro.
Pois é… Não custa lembrar ainda uma vez. Na campanha eleitoral, quando o então candidato tucano à Presidência, José Serra, propôs a criação de um centro de prevenção de catástrofes — e a tragédia de 2009, no mesmo Rio, estava na raiz da proposta —, a então candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, ofereceu como alternativa… as obras do PAC 2!







