Um pronunciamento abjeto da ABI
A ABI – Associação Brasileira de Imprensa — divulgou uma nota abjeta sobre o seqüestro e liberação do repórter Guilherme Portanovas, da TV Globo. Depois de uma introdução sensata, em que reconhece que o ocorrido atenta contra o Estado de Direito e que não cabia à emissora outro comportamento, relevando que buscou se aconselhar antes […]
A ABI já optava, aí, pelo caminho do pântano ao, aparentemente, igualar na culpa as forças políticas em confronto. Não são iguais. Mas era a careta qu escondia algo pior. Falar em medidas “insuficientes”, obviamente, é uma forma de defender a intervenção do Exército, conforme quer Lula. Como se ela pudesse impedir um seqüestro daquela natureza.
O desastre vem em seguida. Nada menos de metade do comunicado da ABI, assinado por seu presidente, Maurício Azêdo (nome é destino?), endossa as críticas do DVD gravado pelos bandidos, engrossa as suas reivindicações e, na prática, queira ou não, legitima a ação dos terroristas. Eis a velha ABI, de tantas glórias passadas, uma das signatárias do pedido de impeachment de Collor, comportando-se como entidade filoterrorista. O PCC ganhou. O PCC emplacou as suas reivindicações até na Associação Brasileira de Imprensa. Em breve, estará disputando a tática do aparelhamento com o PT. Essa gente me dá um nojo profundo. O Brasil acabou. Para ler a íntegra, clique aqui





