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Risco político adia mudança em fundos

Por Sérgio Gobetti, no Estadão:O governo anunciou que pretendia reduzir o Imposto de Renda dos fundos de investimentos, mas está enfrentando dificuldades para concretizar a medida. A iniciativa faz parte do pacote preparado pela equipe econômica para garantir que os fundos de investimentos continuem competitivos em relação à caderneta de poupança. Na quarta-feira, o governo […]

Por Reinaldo Azevedo
Atualizado em 31 jul 2020, 17h38 - Publicado em 15 Maio 2009, 07h29
Por Sérgio Gobetti, no Estadão:
O governo anunciou que pretendia reduzir o Imposto de Renda dos fundos de investimentos, mas está enfrentando dificuldades para concretizar a medida. A iniciativa faz parte do pacote preparado pela equipe econômica para garantir que os fundos de investimentos continuem competitivos em relação à caderneta de poupança. Na quarta-feira, o governo anunciou que pretende taxar o rendimento da caderneta de poupança com depósitos acima de R$ 50 mil, a partir de 2010.
O corte de impostos sobre os fundos de investimentos teria objetivo semelhante à taxação da poupança, mas o governo está hesitando em colocá-la em prática. O governo teme que a oposição transforme o corte de impostos em munição política, usando a iniciativa como desculpa para rejeitar a taxação da poupança. Nesse caso, a equipe econômica teria de prorrogar a redução da tributação dos fundos e demais aplicações além do prazo previsto – 31 de dezembro deste ano. Essa prorrogação agradaria à classe média, aos maiores investidores e aos bancos, mas provocaria perda de receita para o governo.
Nos bastidores, o Banco Central chegou a defender essa redução como permanente, mas o Ministério da Fazenda, preocupado com o jogo de xadrez que pode se estabelecer no Congresso, acha melhor adiar um pouco mais a decisão. Até porque – para os grandes investidores, que são os que mais mudam de aplicação – os fundos de renda fixa atrelados à Selic permanecem mais rentáveis do que a poupança (mesmo com imposto máximo de 22,5%) e continuarão a ser até quando a taxa básica de juros chegar a 9%, o que ainda não deve ocorrer na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
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