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Reinaldo Azevedo

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Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Quem é o nosso Codja Hassan?

Queridos, Não fiz nenhuma confusão. Ali Babá não é o chefão dos 40 ladrões. Ele, na verdade, os combate, é o herói — ainda que se possa dizer que, em certo momento, se trata da máxima do “ladrão que rouba ladrão”. O chefão era Codja Hussan. Abaixo, uma síntese da história, que está no blog […]

Por Reinaldo Azevedo 13 set 2007, 18h46 • Atualizado em 31 jul 2020, 20h25
  • Queridos,

    Não fiz nenhuma confusão.

    Ali Babá não é o chefão dos 40 ladrões. Ele, na verdade, os combate, é o herói — ainda que se possa dizer que, em certo momento, se trata da máxima do “ladrão que rouba ladrão”. O chefão era Codja Hussan. Abaixo, uma síntese da história, que está no blog “Idéias e Ideais”.

    Ali Babá conheceu o segredo dos 40 ladrões, que guardavam riquezas numa gruta que se abria ao “abra-te, sésamo”. Foi lá, abriu, pegou umas moedas de ouro e voltou pra casa. Contou à esposa o ocorrido. Essa, por sua vez, foi buscar na cunhada (casada com Cassim, irmão rico de Ali Babá) um medidor para saber quanto ouro o marido tinha “pego” na gruta (para ele não é ladrão quem rouba de ladrão). A cunhada que era esperta, havia passado sebo no medidor, para descobrir o que Ali Babá iria medir. Quando o medidor foi devolvido, tinha na base presa uma moeda. A mulher de Cassim disse-lhe “enquanto você conta moedas, Ali Babá mede sua riqueza”. Invejoso que era, Cassim foi à casa do irmão descobrir a origem da prosperidade. Ali Babá teve que contar ao irmão sob chantagem. Cassim, para se dar bem, foi até a gruta buscar objetos valiosos. Chegou em frente à rocha e falou a senha. Entretanto, ao ir embora não se lembrava das palavras mágicas e disse “fecha-te, cevada” (e não “fecha-te, sésamo”). A porta, é claro, não se fechou e ele foi morto pelos 40 ladrões e o chefe da quadrilha, Codja Hussan. Na tentativa de saber como havia sido descoberto o segredo, dividiu o cadáver de Cassim em quatro partes e colocou na gruta para afugentar outros “espertalhões”. Ali Babá, alertado pela cunhada preocupada com a demora do marido, resolveu ir ao esconderijo e trouxe os restos mortais do irmão. Contou toda história à escrava Morjana, que, por várias páginas da história, salvou seu amo da morte-vingança planejada pelo chefe do bando dos 40. O final da história é feliz para os que sobreviveram e, talvez, triste para os que morreram. Claro que não vou contar aqui o que aconteceu.

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