PT sem Duda é palhaço sem circo
Há uma música infanto-juvenil, de Adriana Calcanhoto, que tem versos assim:“Futebol sem bola. Piu-Piu sem FrajolaSou eu assim sem você.(…) Circo sem palhaço, namoro sem ‘amasso’Sou eu assim sem você.(…)” Foi no que pensei ao ver o programa do PT no horário político gratuito. O PT sem Duda é um circo sem palhaço — ou, […]
“Futebol sem bola. Piu-Piu sem Frajola
Sou eu assim sem você.
(…)
Sou eu assim sem você.
(…)”
Foi no que pensei ao ver o programa do PT no horário político gratuito. O PT sem Duda é um circo sem palhaço — ou, vá lá, um palhaço sem circo.
Isso já tinha ficado evidente no pronunciamento oficial de Lula sobre a tragédia com a avião da TAM. E se confirmou hoje com o horário político gratuito.
O que se viu foi um partido pesado, oficialista, sem ginga na música e na política. Com o lema “O PT é nosso, o PT é do povo”, tentou recuperar, digamos assim, a cara popular do partido. Pareceu falso. A fala final, do ministro Patrus Ananias, só perdeu em formalismo e falta de graça para a de Ricardo Berzoniev, presidente do partido, com as pupilas correndo atrás do teleprompter.
É isso aí. Sem o marketing competente, resta o PT ele-mesmo. Não deixava de soar como ironia toda aquela afirmação de competência em face dos problemas que vive o país. No encerramento do programa, sobre um fundo preto, em silêncio, um texto se solidarizou com as famílias das vítimas, rejeitando a exploração política do caso.
Ou seja, o programa aproveitou para fazer a exploração política do caso…
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