Na democracia, o normal é a divergência
Engraçadas certas coisas. Alguns leitores se fazendo de fiscalistas — seriam mesmo, ou são apenas petralhas exibindo uma de suas máscaras? — resolveram atacar o tucano José Serra por causa da defesa do salário mínimo de R$ 600. Ora, esperavam que ele defendesse o quê? Era uma proposta de campanha. Reitero: os senadores que o […]
Engraçadas certas coisas. Alguns leitores se fazendo de fiscalistas — seriam mesmo, ou são apenas petralhas exibindo uma de suas máscaras? — resolveram atacar o tucano José Serra por causa da defesa do salário mínimo de R$ 600. Ora, esperavam que ele defendesse o quê? Era uma proposta de campanha. Reitero: os senadores que o chamem para explicar como faria, ora essa!
A idéia de que a única saída é aquela que oferece o governo faz parte de um aparelho mental que, na prática, sataniza a existência da oposição. Ela estaria proibida de atuar, e o governo Dilma (antes, era o governo Lula) vira a sede do bom senso. Fosse assim, os números seriam outros.
A alguns, tenho uma novidade: é normal haver divergência na democracia, viu, gente? O contrário é que é um exotismo; o contrário é que é coisa típica de ditaduras.





