Marco Aurélio Top, Top, o Rei do Tártaro
Marco Aurélio, o do “top, top”, agora está acusando a mídia de explorar evento privado. Ele vá fazer coisas privadas em sua casa. Despudorado! Tivesse alguma reserva de dignidade, pediria demissão. Este senhor cuida tão bem das idéias quanto cuida dos dentes. É o verdadeiro Rei do Tártaro, tanto o odonto como o mitológico. Os […]
Este senhor cuida tão bem das idéias quanto cuida dos dentes. É o verdadeiro Rei do Tártaro, tanto o odonto como o mitológico. Os petralhas vão dizer que este é um dos meus “argumentum ad hominem”. Não é: pela absoluta ausência do segundo termo da expressão. Ele tem aquela boca porque quer. É uma escolha, não uma determinação da natureza. Talvez um dentista desse um jeito na sua boca, mas não há o que possa consertar a sua alma.
Suas idéias não seriam menos repugnantes se ele fosse um Apolo, mas não posso deixar de apontar que ele é dono de impressionante coerência paradigmática, adaptando a aparência à essência, numa cadeia de repugnâncias.
Ele vai permanecer no cargo, prova cabal de que o estado brasileiro foi seqüestrado por uma súcia. O texto, abaixo, em que trato de suas obscenidades morais tem publicados, até o momento em que escrevo este post, 495 comentários. Deve ter recebido o dobro disso. É que muitos leitores ultrapassam, muitas vezes, a linha da indignação. Até compreendo os motivos. Há um casamento perfeito entre a demanda por higiene física e a demanda por higiene moral. Mas recomendo alguma contenção.







