LULA, ACREDITEM, CRITICA O “TERRORISMO ELEITORAL”!!!
Sabem aquela história de que o Brasil não é para amadores? Pois é. E também é difícil compreensão para os especialistas, não? Leiam isto que segue. Bem, o primeiro passo é vocês acreditarem nos próprios olhos. Na madrugada, escreverei sobre política e terror: Por Giuliana Vallone, na Folha Online: O presidente Luiz Inácio Lula da […]
Sabem aquela história de que o Brasil não é para amadores? Pois é. E também é difícil compreensão para os especialistas, não? Leiam isto que segue. Bem, o primeiro passo é vocês acreditarem nos próprios olhos. Na madrugada, escreverei sobre política e terror:
Por Giuliana Vallone, na Folha Online:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que as eleições não podem mais causar qualquer cenário de terrorismo no Brasil. “Não aceitem a ideia imbecil de que se ganhar fulano ou beltrano vai estragar tudo no país”, afirmou Lula em evento realizado pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), em São Paulo. Segundo o presidente, independente que quem será eleito em outubro, não existe a possibilidade de se “estragar” o que está construído no país. “A tendência natural é que o próximo governo faça mais e melhor”, disse.
Em seu discurso, ele também afirmou que foi vítima desse tipo de terrorismo quando foi eleito presidente da República em 2002. “Tive que provar todos os dias que podia fazer muito por esse país.”A pré-candidata do PT à Presidência da República, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), que também participou do evento, afirmou, por sua vez, que o governo Lula vai deixar um conjunto de projetos muito claros para a continuidade do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
“O grande problema que nós tivemos com o PAC é que ele não estava no papel. E quando não se tem projeto, não se tem norte”. Segundo Dilma, atualmente 51% do investimento realizado pelo setor público no Brasil foram destinados ao programa. Reportagem publicada hoje pela Folha afirma que o governo federal maquiou balanços para encobrir um mega atraso nas principais obras do PAC.
Confrontando o primeiro balanço do programa com os seguintes, houve atraso em 75% das obras – algumas cujo cronograma foi estendido mantiveram carimbos com a palavra “adequado”. Há metas que passaram de conclusão da obra a “entrega do projeto” e ações atrasadas que sumiram de balanços. Segundo o governo, a avaliação do PAC concentra-se nos riscos à realização das obras, e o cronograma é só um dos elementos. Os atrasos são atribuídos a fatores como fortes chuvas.







