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GM fecha até 20 fábricas e demite 21 mil

Por Fernando Canzian, na Folha: Na quarta maior concordata da história americana, e a maior de uma empresa industrial, a General Motors foi estatizada de fato, com o governo dos EUA assumindo 60% do controle acionário. Mas a administração federal, que se descreve como um “acionista relutante”, prometeu ficar longe do dia a dia dos […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 22h37 - Publicado em 2 jun 2009, 07h03

Por Fernando Canzian, na Folha:

Na quarta maior concordata da história americana, e a maior de uma empresa industrial, a General Motors foi estatizada de fato, com o governo dos EUA assumindo 60% do controle acionário.

Mas a administração federal, que se descreve como um “acionista relutante”, prometeu ficar longe do dia a dia dos negócios da montadora, participando apenas de decisões consideradas “fundamentais”.

Em pronunciamento ontem, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que não haverá a participação de funcionários públicos no comando da GM e que autoridades federais só deverão intervir na administração quando isso for “absolutamente imprescindível”. “Seremos acionistas relutantes, pois essa é a única maneira pela qual a empresa pode obter sucesso.”

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A concordata da GM, registrada ontem em uma corte de Manhattan, prevê a divisão da montadora em duas: a “nova GM”, que continuará produzindo as marcas mais rentáveis, aliviada de grande parte das dívidas; e a “velha GM”, que ficará com os passivos e encarregada de liquidar o restante dos negócios que não interessarem.

Entre as marcas e modelos a serem mantidos constam Cadillac, Chevrolet, Buick e camionetes e caminhões GMC. Outras, como Saturn, Hummer e Pontiac, serão eliminadas.

Como parte desse processo, são esperados o fechamento de até 20 fábricas, o encerramento de 2.400 das 6.000 revendedoras da companhia no mercado americano e a demissão de mais 21 mil trabalhadores sindicalizados (de um total de 54 mil) e representados pelo UAW (United Auto Workers).

A GM emprega diretamente 92 mil pessoas nos EUA e também é responsável pelo pagamento de aposentadorias a 500 mil. Em seu auge, nos anos 1950, empregava 514 mil.

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Como parte de um acordo anterior à concordata, por ter feito concessões, a UAW terá 17,5% na “nova GM”; o governo do Canadá, 12,5%; e os credores de US$ 27 bilhões da empresa, uma participação inicial de 10%, mas que pode ir a 25%.

Além dos quase US$ 20 bilhões já injetados na GM, o Tesouro americano vai colocar mais US$ 30 bilhões na empresa, e o governo do Canadá, onde a montadora também opera, mais US$ 9,5 bilhões, para mantê-la funcionando.

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