Evo, o professor de democracia dos anões e mascates brasileiros
Por Flávia Marreiro, na Folha:Em meio à crise política que paralisa a tramitação da nova Carta boliviana, o presidente Evo Morales elogiou ontem o caráter democrático do referendo venezuelano, que rejeitou a reforma constitucional de seu aliado Hugo Chávez. Morales fez referência à consulta popular a que deve ser submetida a nova Constituição do país, […]
Por Flávia Marreiro, na Folha:
Em meio à crise política que paralisa a tramitação da nova Carta boliviana, o presidente Evo Morales elogiou ontem o caráter democrático do referendo venezuelano, que rejeitou a reforma constitucional de seu aliado Hugo Chávez. Morales fez referência à consulta popular a que deve ser submetida a nova Constituição do país, quando aprovada. “Se [Chávez] fosse autoritário, teria imposto o que pensa ao governar, mas ele pôs seus desejos à consideração do povo venezuelano […] Não há que temer um referendo. Que o povo decida o destino do país.” O presidente boliviano também mencionou um referendo específico para alguns artigos da nova Carta. “O que há de melhor do que apostar em um referendo, por exemplo, sobre alguns artigos acerca dos quais não se pode conseguir dois terços [dos votos da Constituinte]? Que o povo decida.” E completou: “Vai ver Evo Morales está errado e o povo pode lhe corrigir com seu voto”.
Assinante lê mais aqui







