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CRISE IMOBILIÁRIA E ESQUERDOPATIA

Os dois textos que escrevi sobre os “picaretas” e o tal “fim do neoliberalismo” tinham como alvo os políticos brasileiros que “comemoraram” a intervenção do governo norte-americano, como se isso significasse — aqui para eles — uma vitória intelectual. Quando quero me referir a alguém num texto, chamo pelo nome — desde que o sujeito […]

Por Reinaldo Azevedo
Atualizado em 31 jul 2020, 19h01 - Publicado em 9 set 2008, 17h44
Os dois textos que escrevi sobre os “picaretas” e o tal “fim do neoliberalismo” tinham como alvo os políticos brasileiros que “comemoraram” a intervenção do governo norte-americano, como se isso significasse — aqui para eles — uma vitória intelectual. Quando quero me referir a alguém num texto, chamo pelo nome — desde que o sujeito não tenha a mão peluda, não bata carteira e ande com a coluna ereta.

Chamar de estatização a intervenção nos dois fundos imobiliários é mais do que uma licença poética — ou de teoria econômica: é uma mentira. Estatizados, na prática, eles já estavam desde a década de 80, quando se tentou resolver a primeira crise. E, passado o maremoto, se os Estados Unidos não acabarem, como parece ser a torcida de alguns, serão, vejam só, privatizados. A questão é bem outra: sob as estritas regras de mercado, eles teriam quebrado antes. E a crise teria sido menor.

Sim, ataquei esse discurso calhorda de alguns valentes que se opuseram ao Plano Real e a seus desdobramentos porque essa gente não tem autoridade intelectual e política para fazê-lo. O que chamavam aqui de “neoliberalismo” nem “liberalismo” chegava a ser. Ademais, essa abordagem do “fim do neoliberalismo” é uma das nossas jabuticabas. O vasto mundo, de que somos o resto, nem toca no assunto. É que a hegemonia petista gosta de petizar até a crise imobiliária americana.

Sim, tudo passado, haverá menos estado no setor. E, portanto, a chance de crise será menor.

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