Como diriam Claudinho e Buchecha, “Só love, só love”
O “Buchecha” é do original, ta? Adiante. Há um internauta, tadinho, que me adora. Não pode viver sem mim. Manda-me quilômetros de textos de contestação. “Você está errado; você isso; você aquilo…” Não publico nenhum. Por causa da chatice militante. Nunca os leio até o fim. Um dos que ele me mandou […]
O “Buchecha” é do original, ta? Adiante.
Há um internauta, tadinho, que me adora. Não pode viver sem mim. Manda-me quilômetros de textos de contestação. “Você está errado; você isso; você aquilo…” Não publico nenhum. Por causa da chatice militante. Nunca os leio até o fim. Um dos que ele me mandou hoje começa assim:
“Embora a Carta do Hamas seja fundamentalista e flerte com o antijudaísmo em alguns trechos (não só com o anti-israelismo)…”
Em “alguns trechos”? E como é que se pode começar um raciocínio com “Embora a Carta do Hamas flerte com o antijudaísmo…”??? Esse “embora” está preparando terreno para minimizar o texto racista, criminoso e justificador do terror. No meu blog? Como diriam os gaúchos, “capaaazzz!!!”
Mas pronto. Já fiz um carinho naquele que me tem como seu desafeto de estimação. Essa noite ele nem dorme. Ou, então, dormirá pensando em mim…





