Clipping/O Globo 4 – PCC e filantropia funerária
Por Fabio Mazzitelli, Giba Bergamim Jr. e Adauri Antunes Barbosa: “Os promotores Nelson dos Santos Pereira Júnior, de São Bernardo do Campo, e Carlos César de Faria Bernardi, de Diadema, vão acompanhar as investigações sobre a morte de 13 supostos criminosos pela polícia anteontem. Os mortos seriam ligados à maior facção criminosa do estado e […]
Por Fabio Mazzitelli, Giba Bergamim Jr. e Adauri Antunes Barbosa: “Os promotores Nelson dos Santos Pereira Júnior, de São Bernardo do Campo, e Carlos César de Faria Bernardi, de Diadema, vão acompanhar as investigações sobre a morte de 13 supostos criminosos pela polícia anteontem. Os mortos seriam ligados à maior facção criminosa do estado e planejavam, segundo a polícia, matar agentes penitenciários. De acordo com o delegado Paul Henry Verduraz, de São Bernardo, o sepultamento ontem de sete dos 13 mortos foram pagos pela facção criminosa. As despesas com velórios e enterros de alto padrão em São Bernardo ultrapassaram R$ 20 mil, segundo ele. O delegado disse que a facção criminosa ainda ofereceu cestas básicas e “apoio social” aos parentes dos mortos. A informação do delegado foi confirmada por funcionários do serviço funerário municipal. As despesas com os sepultamentos de Edson Dantas da Silva, Mário Tavares, Marcelo Alves dos Santos, Wellington de Araújo Carvalho, Evílson Rodrigues de Oliveira, Adriano Wilson da Silva e Gilberto Inácio Ferreira foram pagas à vista. Um dos caixões, superluxo, custou R$ 1.132,67. Os sete foram enterrados num único jazigo, comprado ontem por R$ 17 mil no Cemitério Jardim da Colina, particular. O preço do jazigo seria de R$ 18.610, mas, segundo funcionários do cemitério, o pagamento à vista garantiu desconto.” Para ler mais.







