Ao velho “junkie”
Mais forte do que o lobby pró-esquerda no jornalismo é o lobby pró-drogas, boa parte falando em causa própria. Se bem que eles costumam se associar. Há muito tempo penso o que penso, e a reação mesmo dos esquerdistas que vendem comunismo light para a Dona Zelite — que é quem pode pagar porque, afinal, […]
Como já evidenciei aqui, bem antes do filme Tropa de Elite, eu apontava a responsabilidade dos consumidores na cadeia do tráfico e, pois, na indústria da violência. Isso é o mesmo que chutar a santa desses frívolos, que vivem de fazer a apologia da cultura da droga em seus textos, em seus desenhos, em suas “crises” — provavelmente, de abstinência, até que voltem a enfiar o pé na jaca, encontrando-se de novo com sua miséria existencial e moral.
Nada mais patético do que não saber envelhecer. Um jovem drogado desperta compaixão. Um velho junkie, apenas repulsa, com seu “juveniilismo” de propaganda. A canalha despreza parte ao menos da minha opinião a respeito para poder mover a sua guerra santa. Já disse e repito: por mim, que consumam até a última carreira. Não tenho nada com isso. Só não venham propor falsas questões, a exemplo da tese da descriminação. Como o Brasil não poderá fazer isso sozinho — e como o mundo INTEIRO é hostil a essa proposta —, as drogas continuarão ilegais. E consumi-las corresponde a botar um revólver na mão de uma criança.
Dá pra conviver com isso? Não? A culpa não é minha. Que procurem a clínica mais próxima. Até lá, serão financiadores do tráfico e da indústria da morte.
PS: Como não cito nomes, vocês também não citem







