A tropa de choque escalada pelo PMDB para proteger Lula
No post das 18h28 de ontem, ao comentar quais seriam as possíveis indicações do PMDB para a CPI dos cartões, vejam lá, escrevi: “O PMDB, por exemplo, não deve indicar um Jarbas Vasconcelos (PE) para a comissão, né? Nem mesmo um Pedro Simon (RS). Imagino alguma coisa, assim, próxima, de um Valdir Raupp (RO).” Ai, […]
Ai, ai. Próxima coisa nenhuma! Indicou o próprio Raupp. Um lídimo representante da tropa de choque. Só ele? Não! Um outro é o próprio Romero Jucá (RR), que vem a ser nada menos do que o líder do governo no Senado.
Perceberam? Isso evidencia o medo, verdadeiramente pânico, que o governo tem de ver abertas as contas de Lula. Reitera-se, ademais, a disposição de impedir qualquer depoimento relevante de representantes do governo.
Vai ser sensacional: “a nível de membro da CPI”, Jucá comanda a rejeição dos requerimentos propostos pela oposição. Terminada a tarefa, “a nível de homem do governo no Senado”, ele corre para justificar a atuação governista.
É… Que diabos haverá na conta de Lula para que se tenha tanto medo de expô-la ao público, hein? O terceiro representante do partido é Gilvan Borges (AP).
Quem é Gilvan Borges? Além de ser o produto menos “nobre” do metabolismo de José Sarney, é o sujeito que empregou a mãe e a mulher no gabinete. Cobrado, explicou os motivos: “Uma me pariu, e a outra dorme comigo”.
Essa gente está hoje na tropa de choque que protege o lulismo.





