A complacência com o terror
Vivemos tempos em que o Estado Geral do Terror dá as ordens. Na imprensa brasileira e mundo afora (vejam link para notícia no The New York Times), o agredido é que é obrigado a se defender, a exemplo do que faz o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, levado a reiterar que a ação em Gaza […]
Vivemos tempos em que o Estado Geral do Terror dá as ordens. Na imprensa brasileira e mundo afora (vejam link para notícia no The New York Times), o agredido é que é obrigado a se defender, a exemplo do que faz o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, levado a reiterar que a ação em Gaza para resgatar Gilad Shalit, o soldado seqüestrado, não é uma tentativa de reocupação da região. Enquanto isso, o Hamas, grupo ao qual pertence uma parte dos seqüestradores, continua no governo da Autoridade Nacional Palestina, fingindo que não tem qualquer responsabilidade no caso. Pior: um documento ambíguo, em que se fala da criação de um Estado palestino em Gaza e Cisjordânia, é celebrado como se os terroristas aceitassem a existência de Israel, o que é negado até por eles mesmos. E não se trata de uma negativa estratégica, como prova o seqüestro. Enquanto isso, o patético Mahmoud Abbas, presidente da ANP e líder da Fatah — corrente adversária do Hamas —, chama a moderada reação israelense de “crime contra a humanidade”. Não consegue governar a sua cozinha, mas apela à compreensão humanitária com o terror. E o mundo, claro, compreende, cobrando paciência de Olmert. Leia noticia no NYT clicando aqui







