Vinte dias após ação da PF, espionagem da Abin intriga ministros do STF
Apesar de o Supremo ter autorizado a operação contra o serviço secreto, até hoje nem os ministros da Corte sabem se foram vítimas
Há 20 dias, a Abin de Luiz Fernando Corrêa foi alvo de uma operação da Polícia Federal, ordenada pelo STF, por suposta espionagem contra adversários de Jair Bolsonaro. Até hoje, nem os próprios ministros da Corte sabem se a ação realmente ocorreu.
“Todos acham que sim, mas ninguém tem certeza”, diz um interlocutor do Supremo.
Nesta semana, o TCU recebeu um pendrive da Abin com dados sobre o tal programa espião. O material, no entanto, não ajuda a resolver o mistério.
Convocado a dar explicações no Senado, o chefe da Abin disse que não sabia de nada sobre espionagem. “E o senhor se sente confortável no cargo?”, questionou Renan Calheiros. “Sim”, disse Corrêa.
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