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Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Marcelo Ribeiro, Nicholas Shores e Pedro Pupulim. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

URGENTE! Chefe da Funarte, Roberto Alvim vai comandar a Cultura

Novo secretário escolhido por Bolsonaro já chamou a atriz Fernanda Montenegro de 'sórdida' e 'mentirosa'

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 7 nov 2019, 17h00 • Atualizado em 7 nov 2019, 17h24
  • Depois de decidir tirar a Secretaria de Cultura do Ministério da Cidadania, como o Radar revelou nesta quinta, Jair Bolsonaro escolheu para comandar a repartição, agora instalada na pasta do Turismo, o chefe da Funarte, Roberto Rego Pinheiro — Roberto Alvim é o nome artístico do dramaturgo.

    Em setembro, VEJA revelou documentos que mostravam que o diretor tentou contratar a mulher, a atriz Juliana Galdino, para assumir a direção artística, em Brasília, do Projeto de Revitalização da Rede Nacional de Teatros. Na capital federal, o projeto consistiria na montagem, no Teatro Plínio Marcos, da peça Os Demônios.

    Pelo trabalho, a produtora Flo Produções e Entretenimento, que representa Juliana, receberia 3,5 milhões de reais. A escolha da atriz e da produtora foi feita sem licitação ou processo seletivo. No início desta semana, Alvim classificara a atriz Fernanda Montenegro de “sórdida” e “mentirosa”.

    Em entrevista por telefone a VEJA na noite de quinta-feira, 26, Alvim – nome artístico de Roberto Rego Pinheiro – afirmou que sua mulher não receberia qualquer remuneração para exercer o cargo e para atuar, como atriz, em Os Demônios, peça que ele vai dirigir e que é baseada em romance do russo Fiódor Dostoiévski.

    “Eu não seria louco de contratar minha mulher por 3,5 milhões de reais”, ressaltou. Segundo ele, o valor também será aplicado na publicação de livros e na realização de debates sobre a obra de Dostoiévski.  Nenhum dos documentos obtidos por VEJA cita que Juliana trabalharia sem ser remunerada.

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