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Tuítes éticos

Convencido de que passaria pela Operação Lava-Jato sem nenhum arranhão, ou blefando como nunca, Eduardo Cunha tornou-se um paladino da ética desde que entrou em campanha pela presidência da Câmara. Durante a disputa, bastava alguma reportagem ligá-lo à roubalheira na Petrobras para Cunha se apressar a desmentir, sempre no Twitter. O peemedebista entoava o mantra de […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 mar 2015, 11h29 • Atualizado em 5 jun 2024, 10h00
  • Cunha no ataque

    Calma, Cunha

    Convencido de que passaria pela Operação Lava-Jato sem nenhum arranhão, ou blefando como nunca, Eduardo Cunha tornou-se um paladino da ética desde que entrou em campanha pela presidência da Câmara.

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    Durante a disputa, bastava alguma reportagem ligá-lo à roubalheira na Petrobras para Cunha se apressar a desmentir, sempre no Twitter.

    O peemedebista entoava o mantra de que “nada temo, pois nada devo”, e atribuía a Arlindo Chinaglia o que chamava de “alopragens”, sobretudo quando um policial federal ligado a Alberto Youssef disse ter lhe entregado dinheiro.

    Confirmado na lista de Janot por suposto recebimento de propina em contratos de locação de navios-sonda, agora o presidente da Câmara sente os nervos ferverem (leia mais aqui). Acusando o Ministério Público de “investigação política”, no entanto, Cunha segue agindo como se nunca tivesse recebido Fernando Baiano em sua própria casa (leia mais aqui e aqui).

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    Eis algumas das bravatas morais de Cunha no Twitter só neste final de semana:

    – É mais uma alopragem que responderei e desmontarei com relativa facilidade;

    – Visando detalhar vírgula a vírgula dessa indecente petição do PGR, que certamente vai envergonhar muitos dessa respeitosa instituição;

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    – Eles estão a serviço de quem? Pelo critério do indício o PGR só será reconduzido se for da vontade do executivo;

    – Sabemos exatamente o jogo político que aconteceu e não dá para ficar calado sem denunciar a politização e aparelhamento da PGR.

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