TJDFT se sai bem em índice de produtividade do CNJ
Segundo o relatório Justiça em Números, o tribunal julgou mais ações em 2022 do que o número de casos novos que ingressaram no órgão no ano passado
O Tribunal de Justiça do DF e Territórios se saiu bem no relatório Justiça em Números de 2022, elaborado pelo CNJ. Segundo o documento, o tribunal reduziu neste ano o seu acervo de processos, ao julgar um volume de ações maior do que o de casos novos que ingressaram no órgão em 2021.
No relatório, o TJDFT registrou o chamado Índice de Atendimento à Demanda em 105,3%. O documento faz uma comparação entre os índices obtidos a partir de informações como litigiosidades, pessoal e recursos financeiros para medir a produtividade e a eficiência dos tribunais pelo país.
A Justiça do DF e territórios atingiu um Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-JUS) de 100%, a pontuação máxima. Entre os pontos positivos está o tempo médio de baixa dos processos eletrônicos, de um ano e dois meses, e dos físicos, de quatro anos e dez meses.
O TJDFT teve a terceira menor taxa de congestionamento líquida entre os tribunais do país. O indicador compara os processos sem solução com o total tramitado em igual período. Quanto maior o índice, menor a capacidade do tribunal em gerir seu estoque de processos. A Justiça do DF atingiu um percentual de 57,4% no quesito, ficando atrás apenas do TJRR e TJRO.
Por fim, o tribunal ocupou o segundo melhor índice de conciliação para tribunais de médio porte no país, com uma taxa de 12,5%, atrás apenas do TJGO, com 14,1%.








