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Drogarias pedem ao governo Lula a expansão do Farmácia Popular

Documento sugere a reabertura de farmácias, a ampliação da lista de remédios no programa e a redução do imposto sobre os medicamentos

Por Lucas Vettorazzo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 jan 2023, 15h30

A Abrafarma, a associação que reúne o setor privado de farmácias, enviou um documento ao Ministério da Saúde pedindo a expansão do Farmácia Popular. Um estudo em parceria com o Insper foi enviado ao governo Lula propondo a adoção de oito medidas para o programa que perdeu recursos desde 2015 e cuja retomada foi promessa de campanha do petista à Presidência.

Entre as sugestões estão a reabertura de unidades e o credenciamento de novas farmácias, sobretudo em regiões de baixa assistência, a revisão do rol de medicamentos contemplados, a redução do ICMS dos remédios do programa e a vinculação do Farmácia Popular a outros benefícios sociais como o Bolsa Família.

A associação sugere a ampliação do programa para fora do eixo Sudeste-Sul. Segundo o estudo, somente cinco estados– Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo– concentram 65% das pessoas atendidas.

No pedido de reavaliação do rol de medicamentos, a entidade diz entender que a lista não deveria ser mais fixa e passar a levar em conta realidades regionais e também comportar mudanças conforme as necessidades ou em reação aumentos da ocorrência de doenças em determinado local. Também sugere que seja levado em conta a relação entre o custo e a acessibilidade dos remédios ofertados.

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Segundo o estudo, remédios para o tratamento de Parkinson respondem por 45,9% dos investimentos e beneficiam apenas 0,45% dos pacientes. Já os remédios para hipertensão atingem 45,54% dos usuários, mas recebem somente 21,4% dos recursos.

“Um exemplo emblemático foi a pandemia, que exigiu rapidamente a disponibilização de testes para detecção da Covid-19 e remédios para combater os sintomas. Não se utilizou em nenhum momento a estrutura do programa”, disse o diretor-executivo da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, que defendeu também o uso do Farmácia Popular na expansão da cobertura vacinal no país.

 

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