Oferta 4.4: VEJA por apenas 4,40
Imagem Blog

Radar

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Daniel Gullino, Gabriel Sabóia, Marcelo Ribeiro e Pedro Pupulim. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Reditário Cassol sai do zero

Consta no sistema do Senado o primeiro projeto de lei de Reditário Cassol (PP-RO). Suplente e pai de Ivo Cassol, que está de licença para tratar de assuntos particulares, Reditário protocolou projeto para “revogar ou restringir diversos benefícios concedidos a condenados a pena privativa de liberdade”.  Reditário é o segundo a sair do zero, desde […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 set 2011, 17h27 • Atualizado em 31 jul 2020, 10h45
  • Consta no sistema do Senado o primeiro projeto de lei de Reditário Cassol (PP-RO). Suplente e pai de Ivo Cassol, que está de licença para tratar de assuntos particulares, Reditário protocolou projeto para “revogar ou restringir diversos benefícios concedidos a condenados a pena privativa de liberdade”. 

    Reditário é o segundo a sair do zero, desde que a vida tranquila dele e de outros dois colegas veio a público (leia mais em A boa vida de suplente no Senado). Embora tenha apresentado sua primeira proposta, Reditário ainda não utilizou a tribuna uma única vez para exercitar uma atividade fim do parlamento: o ato de parlar.

    Antes de Reditário, Zezé Perrella (PDT-MG) foi o primeiro integrante do trio a começar a mostrar trabalho (leia mais em Zezé Perrella sai do zero). Além de apresentar o primeiro projeto, Perrella protocolou requerimento de voto de congratulações “à atleta brasileira Fabiana Murer, pela conquista da primeira medalha de ouro brasileira em um Mundial de Atletismo”.

    Embora a produção de três matérias seja ainda um número incompatível com as caras estruturas de gabinete dos dois senadores, Reditário e Perrella já não representam a pior situação do Senado. Veja a situação de Antonio Russo (PR-MS), que está perto de completar três meses de mandato. Segundo o sistema do Senado, ele ainda não apresentou propostas. Em quase noventa dias, fez apenas o discurso da própria.

    A título de informação: além do salário de ministro do Supremo – 26 723 reais – pago a cada senador, Perrella tem dezenove assessores, Reditário tem quinze e Russo, o senador que não apresentou sequer um mísero requerimento, tem dezenove funcionários. O que esse povo, pago com o nosso dinheiro, faz no Senado?

    Publicidade
    TAGS:

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    MELHOR OFERTA

    Digital Completo