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Racha no PSB

Alexandre Cardoso, prefeito de Duque de Caxias e presidente do PSB no Rio de Janeiro, conseguiu construir um campo minado em torno de si. Cardoso declarou a O Globo que não engolirá uma eventual candidatura de José Gomes Temporão ao governo do Rio de Janeiro e que, até segunda ordem, o PSB fluminense mantém-se fechado […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 ago 2013, 19h01 | Atualizado em 31 jul 2020, 05h33
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‘Bem chateado’ com Alexandre Cardoso

Alexandre Cardoso, prefeito de Duque de Caxias e presidente do PSB no Rio de Janeiro, conseguiu construir um campo minado em torno de si.

Cardoso declarou a O Globo que não engolirá uma eventual candidatura de José Gomes Temporão ao governo do Rio de Janeiro e que, até segunda ordem, o PSB fluminense mantém-se fechado em torno de Dilma Rousseff para 2014.

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Beto Albuquerque diz que Eduardo Campos ficou “bem chateado” com a ofensiva do correligionário. Mas o próprio Albuquerque se encarregou do contra-ataque, aumentando a temperatura interna do partido:

– As frases do Alexandre são muito mais de um prefeito atrás de dinheiro do que de um dirigente partidário. Dizer que não foi ouvido sobre os plano de Eduardo… Ele é um omisso, foi convidado para a reunião de segunda-feira, mas não apareceu. Alexandre não se dedica ao PSB, somente à prefeitura.

Beto aproveita para cutucar a capacidade de leitura política de Cardoso e abre portas para o correligionário tomar o rumo do PT:

– Como palpiteiro ele sempre foi péssimo: em 2002, esbraveja nas reuniões do PSB que Garotinho venceria a eleição contra o Lula com um pé nas costas. Oito anos depois, apostava que Dilma não se elegeria nem para vereadora. E se oficializarmos a candidatura do Eduardo, se ele quiser apoiar Dilma e Pezão, que vá para o PT.

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