Processo aberto
Apesar da tentativa da defesa de Demóstenes Torres de adiar a análise da abertura de processo de cassação no Conselho de Ética do Senado, o colegiado acaba de aprovar a instauração do procedimento que poderá tirar o mandato do senador goiano, enrolado até o pescoço nos negócios do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Para abrir o processo, […]
Apesar da tentativa da defesa de Demóstenes Torres de adiar a análise da abertura de processo de cassação no Conselho de Ética do Senado, o colegiado acaba de aprovar a instauração do procedimento que poderá tirar o mandato do senador goiano, enrolado até o pescoço nos negócios do bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Para abrir o processo, os integrantes do conselho levaram em conta a “flagrante atuação parlamentar” de Demóstenes em favor do bicheiro.
Nas palavras de Randolfe Rodrigues, as evidências contra Demóstenes “constrangem o Senado” e “incomodam” os senadores, que são cobrados nas ruas para que evitem o corporativismo e “cortem na própria carne”. Diz Randolfe:
— O Senado não é uma confraria. Aqui não é uma casa de amigos.
Aprovado o relatório preliminar de Humberto Costa, o conselho irá se debruçar sobre as provas reunidas no processo contra Demóstenes.
Ao final do trabalho de análise das evidências e apresentação da defesa do senador, o colegiado votará para decidir se aprova a cassação. Superada essa etapa, caberá ao plenário dar a palavra final sobre o caso.








