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PF faz ação contra migração ilegal com documentação marítima falsificada

Esquema se concentrava no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, segundo os investigadores

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 dez 2025, 13h53 • Atualizado em 17 dez 2025, 13h53
  • A Polícia Federal deflagrou nesta semana a Operação Navegação Fantasma, voltada a desarticular um grupo criminoso especializado na promoção de migração ilegal com uso de “documentação marítima falsificada”.

    O esquema se concentrava no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo.

    Agentes cumpriram nesta terça-feira três mandados de busca e apreensão e três mandados de medidas cautelares diversas da prisão, incluindo proibição de acesso a áreas aeroportuárias e dependências de companhias aéreas, restrição de saída do país sem autorização judicial e proibição de contato entre os investigados.

    A autorização para as medidas partiu da 6ª Vara Federal de Guarulhos (SP).

    As investigações começaram com a identificação de sucessivas tentativas de ingresso irregular de estrangeiros no Brasil, que se apresentavam como supostos marítimos, portando cartas, manifestos e cadernetas marítimas fraudulentas. 

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    Os documentos seguiam padrão gráfico e estrutural idêntico, vinculados a empresas fictícias do setor marítimo, o que chamou a atenção das equipes de fiscalização migratória, de acordo com investigadores.

    A associação criminosa preparava estrangeiros ainda no exterior, com a falsificação dos documentos e a logística de entrega e utilização desse material para tentar burlar o controle migratório brasileiro. 

    Em diversas ocasiões, foram registradas ondas de inadmissões de passageiros provenientes do exterior, especialmente em voos com origem na África e conexão internacional, afirma a PF.

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    As apurações colheram elementos que indicam a existência de divisão de tarefas entre os integrantes do grupo investigado, incluindo coordenação, logística e execução, além de adaptação do modus operandi para tentar contornar as ações de fiscalização e repressão.

    Os investigados poderão responder pelos crimes de promoção de migração ilegal, associação criminosa, falsificação de documento e uso de documento falso, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no curso das investigações.

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