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Pesquisadores portugueses virão ao Brasil observar polarização em 2026

Observatório das eleições brasileiras faz parte de acordo que também desenvolverá curso de comunicação pública e enfrentamento à desinformação

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 nov 2025, 12h01 •
  • Pesquisadores portugueses do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa devem visitar três capitais brasileiras durante a campanha eleitoral do ano que vem para estudar a polarização política no país e discutir caminhos para proteger a democracia.

    É tudo parte de um acordo da instituição lusitana com o Conselho Nacional de Secretarias de Estado de Comunicação (CNSecom), que prevê a criação de um observatório das eleições brasileiras, com metodologia inspirada no modelo aplicado pelo ISCSP em Portugal.

    Em outubro, uma delegação do CNSecom esteve no país europeu e observou as eleições municipais, identificando práticas de transparência e governança da informação que podem ser adaptadas ao contexto brasileiro.

    As capitais que receberão o observatório – uma no Nordeste, uma no Sudeste e outra ainda em discussão – serão definidas mais adiante.

    O principal objeto do acordo, contudo, é a criação de um curso internacional de formação para gestores públicos, com foco em ética da informação e enfrentamento à desinformação.

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    Para Frederico Souza, secretário-executivo de Comunicação do Governo de Mato Grosso do Sul e presidente do CNSecom, o intercâmbio ajuda a entender fenômenos que atingem as duas democracias.

    “Portugal vive um início de polarização política, e nós, no Brasil, já passamos por isso. Eles querem entender esse fenômeno e discutir caminhos para proteger a democracia e os direitos das pessoas”, afirma.

    Souza participou da assinatura do acordo em Lisboa ao lado de Nonato Bandeira, secretário de Comunicação da Paraíba.

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    Formação e produção de conhecimento

    O curso será oferecido em formato híbrido, com início das atividades no Brasil e etapa final em Lisboa. A proposta inclui conteúdos sobre comunicação pública, integridade informacional, políticas de transparência e enfrentamento a fake news.

    “Abrimos novas oportunidades para elevar a qualidade da comunicação pública no Brasil”, destaca Souza.

    Também estão previstas pesquisas conjuntas sobre comunicação pública e desinformação.

    O acordo cria uma frente de trabalho contínua entre as instituições brasileiras e portuguesas, com foco na qualificação de gestores, na produção de conhecimento e no acompanhamento de processos eleitorais.

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