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Partidos recorreram 21 vezes ao STF apenas em 2025, diz levantamento

Responsável por recursos ligados a emendas parlamentares e ao decreto do IOF, o Psol foi a legenda que mais acionou a Corte neste ano

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jul 2025, 11h30 •
  • Em meio a articulações de congressistas para limitar quem tem direito de apresentá-los, os recursos ao STF para questionar normas ou medidas nacionais ou locais foram utilizados por partidos políticos em 21 oportunidades apenas em 2025.

    De acordo com levantamento da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, o Psol, responsável por ações relacionadas a emendas parlamentares e para questionar a decisão do Legislativo de derrubar o decreto de Lula que aumentou o IOF, foi a legenda que mais apresentou recursos a Corte neste ano. Foram seis ações até o momento.

    O PDT e o PL aparecem na segunda e terceira posições, com 5 e 3 recursos, respectivamente. Na sequência, Novo, PP, PRD, PSDB, PT, PV, Podemos e Solidariedade registraram um cada. Em alguns processos, mais de um partido é requerente.

    Entre os temas das ações, vale destacar iniciativas relacionadas à ação penal que investiga o ataque golpista contra prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

    Também há questionamentos ligados ao decreto do aumento do IOF, às fraudes no INSS e à imunidade tributária para religiosos.

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    Em um aceno que teria sido alinhado entre as duas Casas do Legislativo, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, afirmou na semana passada ver nesses recursos um fator de criação de tensão entre os Poderes.

    Diante desse diagnóstico, o senador do Amapá articula a apresentação de um projeto que alteraria quais partidos e sindicatos ou entidades de classe poderiam recorrer ao STF.

    “É um problema seríssimo que nós temos no Brasil. Todo mundo pode acessar o Supremo e depois ficam as críticas aqui em relação às decisões do Poder Judiciário brasileiro, da Suprema Corte”, disse Alcolumbre.

    Além das siglas, o presidente da República, governadores, a Ordem dos Advogados do Brasil, sindicatos e entidades de classe com atuação nacional podem fazer a ofensiva.

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