#PARTIDOS#PMDB do Rio em alerta
Está previsto para ser julgado hoje no órgão especial do Tribunal de Justiça do Rio um mandado de segurança que mexe com interesses de vários caciques do PMDB fluminense. A ação foi apresentada no início do ano passado por Pedro Evandro Ferreira e Ubiratan de Gusmão Campelo Lima, dois ex-diretores-presidentes da Prece – o fundo […]
Está previsto para ser julgado hoje no órgão especial do Tribunal de Justiça do Rio um mandado de segurança que mexe com interesses de vários caciques do PMDB fluminense. A ação foi apresentada no início do ano passado por Pedro Evandro Ferreira e Ubiratan de Gusmão Campelo Lima, dois ex-diretores-presidentes da Prece – o fundo de previcência da Companhia de Águas e Esgotos do Rio – cujas indicações são atribuídas ao deputado Eduardo Cunha.
A pendenga é complexa e remonta à memorável CPI dos Correios, de 2005, que destrinchou o mensalão. Os dois ex-diretores questionam a competência do Tribunal de Contas do Estado para inspecionar suas gestões no fundo de pensão. Tudo porque, em dezembro de 2007, o então presidente do tribunal, José Gomes Graciosa, determinou que Ubiratan devolvesse 5,5 milhões de reais aos cofres do fundo e Pedro, outros 908 600 reais. Segundo Graciosa, os dois teriam praticado “operações com títulos públicos em valor dissonante com o praticado à época no mercado”.
As supostas irregularidades foram trazidas à tona pela CPI, que ao investigar os prejuízos nos fundos de pensão com operações suspeitas concluiu que o rombo na Prece chegaria a 309 milhões de reais. Agora, quatro anos depois, um passo importante para a condenação de afilhados políticos pode ser dado.







