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Os últimos lances da novela da isenção de IR na Câmara

Antes da votação, Lira se reúne com Motta e líderes partidários para amarrar "acordão" e evitar dores de cabeça durante a votação da proposta

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 out 2025, 18h28 • Atualizado em 1 out 2025, 18h34
  • Reunido com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e líderes partidários, o relator da reforma do imposto de renda, Arthur Lira, tenta amarrar bem o seu parecer junto aos pares, considerando os pontos acordados com o Executivo, para tentar garantir uma aprovação sem intercorrências.

    O potencial eleitoral da medida corrobora para o sentimento de que o mérito alcançará o aval do plenário com ampla margem. Será na análise dos destaques, com possíveis “surpresinhas” negativas para o governo Lula, o momento de alta tensão da sessão desta quarta-feira.

    Segundo fontes, Lira demonstrou disposição em declarar a inconstitucionalidade de algumas emendas apresentadas pela oposição, o que praticamente inviabilizaria – com certeza fragilizaria – as chances de os temas serem resgatados via destaque.

    A ideia chegou aos ouvidos dos opositores da gestão petista, que já preparam recursos para tentar salvar algumas dessas sugestões de mudança no parecer.

    A interlocutores, Lira reconhece que quer fazer valer a boa fama de “cumpridor de acordos” e ser coerente com o que alinhou com o governo federal. Colabora para esse cenário o fato de Renan Calheiros, seu adversário político de Alagoas, estar mais do que cotado para relatar a medida no Senado, podendo desfazer algumas alterações e atribuindo “supostas maldades” ao ex-presidente da Câmara. Ambos são potenciais candidatos a uma cadeira no Senado no ano que vem.

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    Para evitar dores de cabeça, o Executivo teria reservado um pacote de emendas para serem liberadas aos parlamentares ao longo da votação de hoje.

    A oposição tenta emplacar a tese de que Motta aprovará apenas o texto-base hoje e deixará os destaques para amanhã ou para a próxima semana.

    Aliados do paraibano pontuam que ele resiste a esse cenário, porque está disposto a entregar a pauta positiva toda ainda hoje. Quer deixar para trás os arranhões conquistados com a aprovação da PEC da Blindagem semanas atrás.

    Em uma sinalização de que o governo pode sair vitorioso nesta quarta-feira, líderes do Centrão já defendem, em caráter reservado, que o parecer de Lira seja aprovado sem alterações para evitar que a medida seja desfigurada e para não colocar em risco a isenção sugerida por Lula.

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