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Os bastidores da reação brasileira ao ataque do governo Trump ao STF

O chanceler Mauro Vieira propôs a primeira versão da nota, Moraes validou argumentos jurídicos e Lula autorizou a divulgação do texto

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 fev 2025, 07h01 • Atualizado em 28 fev 2025, 11h16
  • Passava da hora do almoço, na quarta, quando um dos principais auxiliares do chanceler Mauro Vieira enviou ao celular do ministro a nota do governo de Donald Trump com ataques ao STF e ao ministro Alexandre de Moraes.

    O chefe da diplomacia brasileira participava de um encontro, no Itamaraty, com representantes dos países que integram o Brics. Juntamente com a manifestação dos Estados Unidos, os auxiliares de Vieira elaboraram o primeiro esboço de uma resposta ao ataque da gestão Trump.

    Como ocorre em todas as situações desse tipo, a sugestão de texto foi levada pessoalmente por Vieira ao presidente Lula. Por volta de 15h, o petista recebeu o chanceler e avaliou que a reação brasileira não deveria se limitar apenas aos termos diplomáticos estabelecidos no texto, então com dois parágrafos.

    Para dar ao documento o peso necessário, o ministro Alexandre de Moraes foi chamado pelo Planalto a opinar sobre a “linha jurídica” proposta pelo governo em defesa do STF.

    “O ministro Moraes deu uma sintonia fina ao documento”, diz um dos integrantes da articulação.

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    Só então Lula autorizou que o texto fosse divulgado.

    Para interlocutores do governo, a resposta ao governo Trump seguiu o mesmo tom empregado pela diplomacia brasileira em outros atritos anteriores, seguindo o mesmo nível de contundência do ataque.

    “Quando atacados, já respondemos duramente, em tons proporcionais de cada caso, a Israel, Nicarágua e Venezuela”, diz uma fonte do governo.

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