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O crescimento de vaquinhas virtuais para financiamento de campanhas

TSE autoriza doação eleitoral por crowdfunding desde que empresas sejam previamente contratadas por pré-candidatos ou partidos políticos

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 Maio 2022, 17h30
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  • Urna eletrônica
    Urna eletrônica // (Divulgação/VEJA)

    Mesmo com a previsão do fundo eleitoral de 4,9 bilhões de reais, o mercado de vaquinhas virtuais para arrecadar doações para campanhas já se movimenta para um ano que promete ser aquecido para o setor — especialmente em função do Pix.

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    Segundo o TSE, empresas podem ser autorizadas a prestar esse tipo de serviço desde que previamente contratadas por pré-candidatos ou partidos políticos. Até o momento, diz a Corte, doze empresas estão com o cadastro aprovado, e outras nove estão em processo de cadastramento.

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    Nesse cenário, a rede de contabilidade eleitoral Essent Jus realizou em abril a compra de parte da plataforma de financiamento coletivo para eleições Democratize. Fecharam uma sociedade que espera movimentar cerca de 7 milhões de reais em doações para campanhas eleitorais, tornando-se a maior empresa de financiamento coletivo do país em número de clientes e arrecadação de doações.

    O número pode aumentar ainda mais caso fechem com algum dos presidenciáveis. “Com esta negociação, vamos conciliar a nossa experiência em prestação de contas de campanha, com a melhor experiência de uso disponível para arrecadar doações de forma segura e transparente”, diz Guilherme Sturm, CEO da Essent Jus.

    O financiamento coletivo, também conhecido como crowdfunding ou “vaquinha virtual”, poderá ser utilizado pela terceira vez no processo eleitoral brasileiro. Essa modalidade de arrecadação de recursos para campanhas eleitorais foi incluída pela reforma eleitoral de 2017, que proibiu a doação de empresas.

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