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O anúncio da defesa de Cid no primeiro dia do julgamento de Bolsonaro

Advogado do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro informou que Cid pediu para ir para a reserva do Exército por condições psicológicas

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Laryssa Borges Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 set 2025, 16h00 • Atualizado em 2 set 2025, 16h33
  • A defesa do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, delator e réu da trama golpista, informou nesta terça-feira que o tenente-coronel solicitou a baixa no Exército por questões psicológicas. Esse pedido foi feito há cerca de um mês, mas ainda não teve uma resposta.

    O advogado Jair Alves Ferreira explicou que a saída foi solicitada pelo próprio Cid, sob a alegação de não ter “mais condições psicológicas de continuar como militar”.

    Semanas antes do julgamento, a defesa de Cid usou as alegações finais para afirmar que a colaboração custou alto ao militar, que passou a ser tratado como traidor pelos colegas de Exército.

    Apesar disso, os advogados argumentam que a colaboração do ex-ajudante de ordens foi decisiva para a revelação de temas centrais da trama golpista.

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