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Nísia critica fritura que antecedeu demissão no governo: ‘inconcebível’

Ministra não escondeu o desconforto com a forma como foi desligada do governo por Lula nesta terça-feira

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 fev 2025, 10h03 • Atualizado em 26 fev 2025, 11h11
  • Demitida de forma constrangedora pelo presidente Lula, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, falou pela primeira vez, há pouco, sobre o processo que resultou em sua saída do governo.

    “Ele achava importante uma mudança de perfil à frente do Ministério da Saúde e me agradeceu pelo trabalho realizado”, afirmou Nísia.

    Segundo ela, a fritura vivida nos últimos dias — com o anúncio de sua queda sendo alardeado por auxiliares de Lula e pelo próprio presidente em conversas com aliados — é algo “inconcebível”.

    Na porta do ministério, Nísia disse ainda que a demissão em nada reduz o trabalho feito por ela ou sua imagem de especialista na área. “Isso nada depõe em relação ao meu trabalho. Sou muito consciente disso”, afirmou.

    A ministra tentou normalizar a demissão, dizendo que seria um processo natural em qualquer governo, mas não escondeu o desconforto com a forma como tudo foi realizado: “O que disse para ele é que ele é um técnico de um time. Faz parte da vivência de qualquer governo a substituição de ministros”.

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    Evitando criticar Lula por ter antecipado sua saída em conversas com políticos e ter piorado o processo com a cerimônia no Planalto que antecedeu sua queda, Nísia culpou o mensageiro, quando é a mensagem que incomodou, com vazamentos sobre sua queda. “Isso é inconcebível”, disse Nísia sobre a fritura sofrida por ela. “Deveria se apurar os fatos, e não antecipar uma decisão que cabe ao presidente”, seguiu a ministra, inconformada com a imprensa por antecipar o que era dito no governo sobre sua queda.

    A ministra dará lugar a Alexandre Padilha, que já foi ministro da pasta no governo de Dilma Rousseff.

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