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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Museu da Diversidade Sexual vira fenômeno de público em 2020

Museu teve 2,3 milhões de acessos, contra 2 milhões do MIS e 1,3 milhão do Museu da Imigração.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 28 jan 2021, 13h51 - Publicado em 28 jan 2021, 15h32

Dados de visitas virtuais aos museus paulistas revelam um sucesso inesperado. O Museu da Diversidade Sexual foi o segundo mais visitado em 2020, com 2,3 milhões de acessos. O resultado deixa para trás tradicionais instituições de cultura e entretenimento, como o Museu do Futebol, com três vezes menos acessos, ou o Museu da Imigração, com 1 milhão a menos.

O museu, instalado dentro da estação República do metrô, ganhou força online logo após o lançamento da exposição virtual Queerentena, em maio do ano passado. Outra razão para a popularidade do museu foi a realização de diversas paradas virtuais de orgulho LGBTQI+ ao longo do ano.

A Pinacoteca lidera o ranking de visitas virtuais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, com 4 milhões de acessos. Em terceiro lugar, depois do Museu da Diversidade Sexual, figura o Museu da Imagem e do Som, com quase 2 milhões de acessos virtuais em 2020. Ao todo, foram 15,2 milhões de acessos no ano passado.

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