MPF quer manter Eike Batista preso
Procuradoria Regional da República defende que ele responda aos processos por corrupção ativa e lavagem de dinheiro na cadeia
O Ministério Público Federal manifestou-se contra os pedidos de liberdade de Eike Batista, do ex-subsecretário-adjunto de Comunicação do Estado do Rio, Francisco de Assis Neto, e do operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral, Carlos Bezerra. Os três habeas corpus serão julgados no Tribunal Regional Federal nesta quarta (8).
O órgão enviou ao TRF três pareceres em que defende que eles sigam respondendo aos processos por corrupção ativa e lavagem de dinheiro presos.
O MPF considera que a liberdade dos réus traz riscos às investigações da Lava-Jato. “Para o Núcleo Criminal de Combate à Corrupção, as prisões preventivas de Eike, Kiko e Bezerra continuam necessárias para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal”, diz trecho do documento.
“A prisão preventiva de Eike Batista foi defendida com base em argumentos como o perigo de fuga (ele tem cidadania alemã e estava no exterior quando teve a prisão ordenada), suas condições de, uma vez solto, continuar ocultando ativos”. diz o MPF.







