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MP cobra quinta multa a Lula e terceira a Dilma

A vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau, pediu há pouco a condenação de Lula, Dilma Rousseff, Paulo Pereira da Silva e a Força Sindical por propaganda antecipada em evento de homenagem ao Dia do Trabalhador em São Paulo. O Democratas havia entrado com representação no TSE para multar os três, a entidade presidida por Paulinho e ainda […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 15h11 - Publicado em 31 Maio 2010, 13h01

A vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau, pediu há pouco a condenação de Lula, Dilma Rousseff, Paulo Pereira da Silva e a Força Sindical por propaganda antecipada em evento de homenagem ao Dia do Trabalhador em São Paulo. O Democratas havia entrado com representação no TSE para multar os três, a entidade presidida por Paulinho e ainda a Central Geral dos Trabalhadores Brasileiros por fazerem do ato no dia 1º de Maio campanha em favor da pré-candidata do PT.

A ação, que será julgada pelo ministro Joelson Dias, pode culminar na quinta multa a Lula e a terceira, a Dilma.

Para Cureau, Lula fez propaganda “subliminar” para Dilma ao referir-se indiretamente a ela como “pessoa capaz de dar prosseguimento às ações políticas do seu governo”, induzindo “os eleitores à conclusão de que ela é a pré-candidata mais apta para o exercício do cargo”. Ao lado de Dilma, o presidente disse a um público de quase um milhão de pessoas: “porque eu quero que quem vier depois de mim – e vocês sabem quem eu quero – saiba que tem que fazer mais e melhor”.

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A número 2 do MP eleitoral também cobra punição à Força Sindical e a Paulinho, presidente da entidade, por ele ter chamado Dilma de “futura presidente do Brasil”. Cureau, porém, opinou por não multar a CGTB, por não ter ficado comprovado que essa central fez campanha para a petista. A procuradora discordou da alegação de que Dilma desconhecia o potencial propagandístico do evento. Afirma a procuradora no parecer:

– Levando-se em conta que a representada Dilma Vana Rousseff não ocupa mais qualquer cargo no Governo Federal, exatamente porque desicompatibilizou-se para concorrer às eleições presidenciais vindouras, não haveria qualquer razão para sua presença no evento em tela, que não fosse promover a sua candidatura ao pleito que se avizinha.

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