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Motta tem semana para testar sua força após rebelião bolsonarista

Liderança de presidente da Câmara está em xeque após plenário ser ocupado por aliados de Bolsonaro, que ficaram insatisfeitos com prisão do ex-presidente

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 ago 2025, 06h00 •
  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, terá uma semana decisiva para o restante de seu mandato à frente da Mesa Diretora da Casa. Serão dias para que o paraibano teste sua força após o motim dos aliados de Jair Bolsonaro, que ocuparam o plenário por dois dias em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente.

    Nos bastidores, a condução de Motta durante a crise e as dificuldades para assumir as rédeas da situação levantaram questionamentos sobre sua liderança. Há quem diga que o parlamentar do Republicanos saiu desmoralizado do episódio.

    Até mesmo aliados do presidente da Câmara admitem que ele falhou ao não estar em Brasília no primeiro dia da retomada dos trabalhos após o recesso parlamentar – cumpria agendas na Paraíba. Nem mesmo a ocupação fez com que ele adiantasse seu retorno a capital federal. Com a postura, fontes próximas dele avaliam que o deputado não atuou para evitar a escalada da crise.

    Por isso, os próximos dias devem ser determinantes para que o chefe do Legislativo mostre que ainda tem autoridade junto aos pares.

    Para que isso ocorra, parlamentares avaliam que ele precisa dar ritmo ao andamento de pautas relevantes – a reforma do imposto de renda, por exemplo, está pronta para ser apreciada – e tem que impor punições àqueles que obstruíram os trabalhos da Casa na semana passada.

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    Caso faça entregas robustas nesta semana, Motta pode conseguir deixar a fotografia “de fragilizado” no passado. Se não reverter o cenário, o controle do paraibano sobre o plenário continuará sob questionamentos.

     

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