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Ministro de Lula defende ‘presunção de inocência’ de sindicatos no INSS

'Nós não fizemos nenhum juízo de valor, e consideramos a presunção de inocência', diz o chefe da Previdência, sobre o escândalo dos aposentados

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 jun 2025, 18h01 •
  • Lula teve uma conversa recentemente com o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, sobre o escândalo no INSS. Pediu diálogo com as centrais sindicais para evitar novas crises com os aliados.

    No meio da semana, Queiroz se reuniu, em São Paulo, com representantes sindicais para se apresentar. Foi a primeira conversa dele com as centrais e o escândalo do INSS entrou na pauta.

    No dia 26 de maio, por decisão do governo, todos os então integrantes do Conselho Nacional de Previdência Social que representavam entidades citadas nas fraudes do INSS foram temporariamente afastados. O ministro solicitou às centrais sindicais que indiquem novos integrantes para compor o conselho.

    “Nós abrimos a reunião pedindo a indicação dos substitutos das entidades que foram momentaneamente afastadas. Nós não fizemos nenhum juízo de valor, e consideramos a presunção de inocência, mas pedimos que as entidades com Acordos de Cooperação Técnica suspensos fossem afastadas até que se encerrem as investigações pela Controladoria-Geral da União (CGU)

    “Eu fiz questão de vir a São Paulo reunir as centrais sindicais do Brasil para poder fazer esse gesto em nome do governo federal, dizer o quanto é importante a presença delas para tocarmos o ministério”, disse Queiroz.

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    O ministro está no olho do furacão desde que assumiu a Previdência na esteira da queda de Carlos Lupi por causa do escândalo bilionário de descontos fraudulentos operados por sindicatos em aposentadorias.

    Participaram do encontro com o ministro:

    Clemente Ganz Lúcio, coordenador do Fórum das Centrais Sindicais;

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    Sérgio Nobre (Central Única dos Trabalhadores);

    Miguel Torres (Força Sindical);

    Ricardo Patah (União Geral dos Trabalhadores);

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    Adilson Gonçalves de Araújo (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil);

    Nilza Pereira de Almeida (Intersindical);

    Álvaro Egea (Central dos Sindicatos Brasileiros);

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    Maricler Real (Pública Central dos Servidor);

    Artur Bueno de Camargo Junior (Nova Central Sindical de Trabalhadores);

    Rolando Medeiros (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil).

     

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