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Ministério fica em cima do muro

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, reuniu-se há pouco com o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, e o representante da seccional do Mato Grosso do Sul, José Sebastião Espíndola, para discutir o grampo ilegal no presídio de Campo Grande. No meio do encontro, Barreto falou ao telefone com Leonardo Avelino, que está na […]

Por Redação 19 Maio 2010, 17h00 • Atualizado em 31 jul 2020, 15h16
  • O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, reuniu-se há pouco com o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, e o representante da seccional do Mato Grosso do Sul, José Sebastião Espíndola, para discutir o grampo ilegal no presídio de Campo Grande. No meio do encontro, Barreto falou ao telefone com Leonardo Avelino, que está na capital sul-matogrossense. Segundo Avelino, Barreto classificou como “absurdo” a gravação das conversas entre presos e advogados, mesmo quando respaldadas por decisão judicial.

    No entanto, o ministro, segundo o interlocutor, não quis se comprometer a retirar de imediato os equipamentos de monitoramento do presídio federal.

    (Atualização, às 19h06: O Ministério da Justiça entrou em contato com a coluna para dar sua posição: “Ao receber do presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, documento que denuncia grampo ilegal no presídio federal de Campo Grande, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, determinou ao diretor do Depen, Airton Michels, que apure a veracidade dos fatos. A posição de repúdio do ministro contra essa prática foi bastante clara. Com relação a grampo feito com ordem judicial, portanto legal, o ministro sugeriu a Ophir que a Ordem estabeleça diálogo com a Justiça por meio do CNJ, acompanhado de representantes do Depen”.)

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