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Mesa da Câmara terceiriza decisão sobre quem deve ser punido por ocupação

Direção da Casa encaminhou denúncias à Corregedoria para que órgão comandado por Diego Coronel faça um “peneirão” dos envolvidos

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 ago 2025, 19h30 • Atualizado em 8 ago 2025, 20h33
  • Os membros da Mesa Diretora da Câmara decidiram encaminhar à Corregedoria Parlamentar da Casa todas as denúncias sobre as condutas de parlamentares que ocuparam o plenário e obstruíram trabalhos entre terça e quarta-feira.

    A decisão nada mais é do que terceirizar para o órgão comandado por Diego Coronel a decisão sobre quem deve ser punido pelo episódio.

    “A Mesa da Câmara dos Deputados se reuniu nesta sexta-feira, 8 de agosto, para tratar das condutas praticadas por diversos deputados federais nos dias 5 e 6. A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise”, diz comunicado da Secretaria-Geral da Mesa.

    De acordo com ato da Mesa, o corregedor terá até 48 horas para, a partir do conhecimento do fato ou da provocação de qualquer deputado, comunicar à Mesa Diretora a proposta de suspensão cautelar do mandato.

    Com isso, a Corregedoria atuará como uma espécie de “peneira” para definir quem deve ser punido pelo envolvimento na ocupação.

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    Depois disso, caberá a Mesa definir quais casos encaminhará para o Conselho de Ética, que terá até 72 horas para bater o martelo sobre a suspensão.

    A tendência é que eles encaminhem os casos selecionados por Coronel.

    Denúncias feitas contra os bolsonaristas Júlia Zanatta, Marcel van Hattem, Marcos Pollon, Paulo Bilynskyj, Zé Trovão, Sóstenes Cavalcante, Carlos Jordy, Nikolas Ferreira, Zucco, Allan Garcês, Caroline de Toni, Marco Feliciano, Domingos Sávio e Bia Kicis foram encaminhadas para o corregedor.

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    Aliados de Jair Bolsonaro ocuparam o plenário entre terça e quarta-feira em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente.

    Irritado com a mobilização, Motta acenou para a suspensão de mandato em uma tentativa de enfraquecer a rebelião. A ofensiva não teve resultado.

    Depois do acordo costurado com a ajuda de Arthur Lira, seu antecessor no cargo, o presidente da Casa voltou a afirmar em mais de uma oportunidade que as imagens estavam sendo analisadas para que alguma providência fosse tomada.

    Diante do amplo número de envolvidos, a Mesa decidiu pedir um suporte à Corregedoria.

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