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Líder do PT admite cochilo em derrota do governo na CPMI do INSS

O governo busca agora garantir maioria no colegiado para barrar votações

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 ago 2025, 16h00 • Atualizado em 20 ago 2025, 19h15
  • Líder do PT na Câmara, o deputado Lindbergh Farias disse, nesta quarta, que a vitória da oposição na eleição para o comando da CPMI do INSS se deu por “cochilo” da base do governo que subestimou a articulação bolsonarista no Congresso.

    Na manhã desta quarta, a oposição elegeu o senador Carlos Viana para comandar a investigação. Ele derrotou o senador Omar Aziz, que era o nome aprovado por Davi Alcolumbre e pelo governo para comandar o colegiado.

    Ao assumir o posto, Viana ignorou a indicação de Hugo Motta e colocou na relatoria da investigação Alfredo Gaspar, um deputado alinhado aos bolsonaristas.

    “Houve algum tipo de cochilo, isso é inconteste… A base do governo foi surpreendida porque tinha que ter se mobilizado mais, isso é um fato. Houve uma subestimação, podíamos ter tido uma mobilização, mais atenção. Houve um erro”, disse o petista.

    Depois da derrota na CPMI, a ministra Gleisi Hoffmann convocou os líderes do governo para uma reunião no Planalto. A oposição vai usar a comissão para bombardear o governo com quebras de sigilo e convocações de investigados, além de ministros de Lula, para abordar as fraudes no INSS do ponto de vista do que ocorreu na gestão petista. Já o governo tentará equilibrar o jogo apurando os fatos ocorridos no governo de Jair Bolsonaro.

    As fraudes no INSS tiram 6,3 bilhões de reais das contas bancárias de milhões de aposentados e pensionistas da Previdência. O governo busca agora garantir maioria no colegiado para barrar votações.

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