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Licitação suspeita

O detalhe curioso do rolo na licitação da Anvisa foi o fato de a mesma concorrência vencida pela FJ, em 2008, ter sido utilizada por outros órgãos públicos para contratar a empresa de Jamil Elias Suaiden sem licitação. Utilizando o recurso de adesão à ata de preços da Anvisa, em setembro de 2009, dois meses […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 mar 2012, 07h02 • Atualizado em 31 jul 2020, 09h15
  • Câmara do DF usou ata da Anvisa para contrar FJ Produções sem licitação

    O detalhe curioso do rolo na licitação da Anvisa foi o fato de a mesma concorrência vencida pela FJ, em 2008, ter sido utilizada por outros órgãos públicos para contratar a empresa de Jamil Elias Suaiden sem licitação.

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    Utilizando o recurso de adesão à ata de preços da Anvisa, em setembro de 2009, dois meses antes de surgir o escândalo do mensalão do DEM de Brasília, o presidente da Câmara Distrital, Leonardo Prudente (aquele flagrado em vídeo, na sala de Durval Barbosa, colocando dinheiro nas meias) fechou contrato de 1,1 milhão de reais com a FJ usando a ata da Anvisa.

    Em novembro do mesmo ano, a Secretaria de Esportes do governo de José Roberto Arruda também usou a licitação para contratar a FJ. A empresa de Jamil recebeu 405 000 reais para organizar o 1º Viradão Esportivo do Distrito Federal. O edital publicado em 13 de novembro não deixou dúvidas: o presente contrato obedece aos termos da ata de registro de preços do pregão 32/2008 realizado pela Anvisa.

    Em agosto de 2009, a própria Anvisa voltou a usar a ata para pagar mais 270 000 reais à FJ por quatro eventos da Anvisa. Segundo o deputado Fernando Francischini, que denunciou o fato ao TCU e à Procuradoria da República no DF, outros órgãos públicos também aderiram à ata suspeita.

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