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Juízes federais repudiam ataque contra filha do futuro presidente do STF

Professora Melina Fachin, filha do ministro Edson Fachin, foi chamada de 'lixo comunista' e tomou uma cusparada em frente à instituição em que trabalha

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 set 2025, 14h37 • Atualizado em 16 set 2025, 14h39
  • Professora universitária no Paraná, a advogada Melina Fachin, filha do próximo presidente do STF, o ministro Edson Fachin, foi vítima de agressões na Universidade Federal do Paraná, na última sexta-feira.

    Nesta terça, a Associação dos Juízes Federais do Brasil, a Ajufe, divulgou uma nota para repudiar as agressões contra Melina. “Esse episódio lamentável evidencia, mais uma vez, a escalada de ataques contra membros do Poder Judiciário e seus familiares. Condutas dessa natureza não apenas atentam contra a dignidade de pessoas isoladamente, mas também estimulam a intolerância institucional e corroem os pilares da convivência democrática, afastando o país da construção de uma sociedade mais justa, plural e solidária”, diz a entidade.

    A Ajufe ainda se diz solidária ao ministro e sua família por causa do episódio, considerado inaceitável. “Atos de intimidação e violência, especialmente contra professores e lideranças acadêmicas, que representam o diálogo e liberdade, são absolutamente inaceitáveis”, diz o texto.

    Leia a nota da Ajufe:

    NOTA DE REPÚDIO

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    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) manifesta seu veemente
    repúdio ao ataque sofrido pela advogada e professora Melina Fachin, diretora do
    Setor de Ciências Jurídicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e filha do
    ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, alvo de agressões nas
    proximidades do campus da instituição na última sexta-feira (12/9).

    Esse episódio lamentável evidencia, mais uma vez, a escalada de ataques contra
    membros do Poder Judiciário e seus familiares. Condutas dessa natureza não
    apenas atentam contra a dignidade de pessoas isoladamente, mas também
    estimulam a intolerância institucional e corroem os pilares da convivência
    democrática, afastando o país da construção de uma sociedade mais justa, plural
    e solidária.

    A Ajufe expressa sua irrestrita solidariedade a Melina Fachin, à família do ministro
    Edson Fachin e à comunidade acadêmica da UFPR, reafirmando que atos de
    intimidação e violência, especialmente contra professores e lideranças
    acadêmicas, que representam o diálogo e liberdade, são absolutamente
    inaceitáveis.

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    Brasília, 16 de setembro de 2025

    Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe)

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