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Hugo Motta rejeita apelo bolsonarista pelo fim do recesso na Câmara

Presidente da Casa reafirma que votações no plenário nas comissões só voltarão em 4 de agosto; oposição planejava reação a decisão do STF contra Bolsonaro

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 jul 2025, 16h33 • Atualizado em 18 jul 2025, 16h40
  • O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), rejeitou, em comunicado divulgado na tarde desta sexta-feira, o apelo de parlamentares bolsonaristas pela interrupção do recesso de julho e reafirmou que as votações no plenário e reuniões das comissões da Casa só voltarão em 4 de agosto.

    Em reação à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, com medidas restritivas a Jair Bolsonaro, congressistas da oposição declararam que pediriam a Motta e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o cancelamento do recesso e o retorno das atividades legislativas para tentar avançar com PECs que limitariam a atuação do Supremo.

    Além disso, o presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, Paulo Bilynskyj (PL-SP), havia convocado uma reunião do colegiado para a semana que vem para votar uma moção de apoio a Bolsonaro.

    O recesso parlamentar de meio de ano está previsto na Constituição para o período de 18 a 31 de julho, sob a condição de que o Congresso tenha aprovado a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano seguinte. Apesar de isso não ter acontecido, Motta e Alcolumbre fizeram um acordo para que houvesse o chamado “recesso branco”.

    Dessa forma, poderia haver brecha jurídica para Bilynskyj convocar a reunião da Comissão de Segurança Pública mesmo à revelia do presidente da Câmara. Na prática, no entanto, esse caminho pode ser inviável.

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    No comunicado desta sexta, Motta avisou que a pausa nas atividades legislativas será acompanhada por “uma série de intervenções estruturais conduzidas pela Diretoria-Geral, com o objetivo de modernizar e qualificar os espaços da Câmara dos Deputados”.

    Citou, entre elas, a “modernização do corredor das comissões no Anexo II, com troca do piso por granito preto e posterior instalação de painéis de madeira”, referindo-se ao corredor que dá acesso aos plenários dos colegiados permanentes da Casa, entre eles o de Segurança Pública.

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