A prisão da presidente Fernanda Lima começa a a ecoar na estrutura da Gradual. O economista-chefe André Perfeito, cartão de visitas da empresa no mercado, deixou a corretora.
E ele não será o único. Outros importantes executivos vão deixar a Gradual.
Fernanda Lima foi presa no começo de abril em São Paulo, em operação que apura fraudes envolvendo a aplicação de recursos de Institutos de Previdência Municipais em fundos de investimento.
Segundo relatório da Polícia Federal, uma das empresas integrante do suposto esquema, a ITS, tida como de fachada pelos agentes, é ligada a Lima. Ela já foi solta.





