Assine VEJA por R$2,00/semana
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Nicholas Shores e Ramiro Brites. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Continua após publicidade

Família de petista contesta inquérito e aponta irregularidades no processo

Advogados questionam o motivo de não ter sido autorizada produção de provas por familiares e o porquê de o parecer ter sido dado sem finalização de perícia

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 15 jul 2022, 15h26 - Publicado em 15 jul 2022, 13h40
  • Seguir materia Seguindo materia
  • Os advogados da família de Marcelo Arruda, assassinado na última semana no Paraná, divulgaram uma nota contestando o resultado do inquérito sobre a morte do petista e apontando uma série de supostas irregularidades cometidas no andar das investigações.

    Publicidade

    Nesta sexta, a delegada responsável pelo caso concluiu que não há como apontar que o crime foi político ou motivado por ódio. O assassino, José Guaranho, será indiciado por homicídio qualificado por motivo torpe.

    Publicidade

    “Estamos reunindo elementos para ver quais ações adotar. A priori, as questões apontadas indicam que o inquérito foi maculado por uma investigação insuficiente, com uma conclusão precipitada, e que não atendeu ao necessário princípio da efetividade e da busca da verdade”, diz Daniel Godoy Júnior, um dos advogados que assinam a nota.

    No documento, a defesa da família Arruda questiona a desqualificação de motivação política no crime e aponta que não teve acesso ao inquérito da Polícia Civil.

    Publicidade
    Continua após a publicidade

    Os defensores, em um dos pontos, queixam-se de que não tiveram resposta sobre o pedido feito para a produção de provas por familiares. Por outro lado, a conclusão dos investigadores baseou-se, fundamentalmente, no depoimento da esposa de Guaranho. De acordo com ela, o marido voltou à festa porque queria revidar uma suposta humilhação sofrida na discussão com Arruda, e que o motivo, por isso, não foi político.

    Os advogados questionaram, ainda, o porquê de a família não ter sido autorizada a indicar testemunhas e o porquê de a entrega do relatório ter sido feita sem a conclusão de perícias nos bens apreendidos — quais sejam: celular e veículo de Guaranho e DVR do clube.

    Publicidade

    Por fim, a defesa da família Arruda indaga o motivo de o prazo de conclusão do relatório do inquérito policial ter sido antecipado em quatro dias — a entrega estava prevista para a terça-feira da próxima semana.

    Publicidade
    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    10 grandes marcas em uma única assinatura digital

    MELHOR
    OFERTA

    Digital Completo
    Digital Completo

    Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

    a partir de R$ 2,00/semana*

    ou
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital

    Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

    a partir de R$ 39,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

    PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
    Fechar

    Não vá embora sem ler essa matéria!
    Assista um anúncio e leia grátis
    CLIQUE AQUI.